Holly Tree

Olá alguém(s)…

Estou postando uma das melhores bandas do meu top1000. (Arrisco dizer que entraria até no meu top10, duvido nada.)      | OBS.: Acompanhem enquete no final do post… |

Mas eis que não vou apresentar de fato a banda; e sim um tributo que eles fizeram a diversas bandas gringas punk rocks classudas. Vai caber aos interessados buscar pelos sons próprios destas crianças, já que não me interesso tanto em entregar às coisas de bandeja aqui no brog.

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http://www.4shared.com/rar/ttySAkcH/Holly_Tree_-_The_British_Punk_.html

Taí eles tirando onda de novaiorquinos, londrinos, ou sei lá o que, mas em verdade são paulistas.

holly-tree.lf (1)

Hoje, conversando com meus botões (e pensando no momento presente, o qual está rolando o CD tributo à Pastel de Miolos), fiquei pensando; “caramba, tributo à Holly Tree, devia rolar, né?”. Aí, futucando na internet, descubro que foi lançado um no final de 2012 (mas nada que impeça um outro; depois que me toquei disso). Eis que este post se torna duplo:

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http://www.mediafire.com/download/7vc4wt5gq076s7g/Tributo+Holly+Tree+-+%28Flogging+a+Dead+Tree%29+-+2012.rar

O mais legal dos tributos são as versões, as brincadeiras/experimentos/modificações no meio de cada música, mas tem umas bandas legais nesse tocando no formato de cover mesmo, e que estão muito bons, como no caso de Rednecks, Firstation e Lomba Raivosa, que me deram uma boa impressionada. Bia e Os Farrapos – apesar desses farrapos fazerem uma meleira nos backs (mesmo caso dos Orange Dogs que com um nome legal deste, também foram responsáveis por uma afinação emporcalhada), deixaram as músicas dos Holly com uma pegada massa também, meio pop/bubblegum, sei lá. hehe ficou legal.

(Aí o vocal tava meio Billie Joe na fase emo. É do cd de covers que fizeram.)

CARALHO!!!! 😀 Ainda bem que deu tempo de ouvir a última faixa do disco antes de terminar o post. Nota máxima para The Sluggs – fazendo uma fodástica versão de “Feeling Sad”. Nota dois milhões pra eles!!!! ;D

Ouvam aí que é bom demais e não se faz mais esse tipo de petardo hoje em dia. Me lembrei de Sweet Suburbia, que é recente e muito especial também (outros paulistas que mandam bem, espero que não tenham acabado – procurem!).

(N.E.: Fiquei um tempão parado com o blog, projetando, digamos assim, um split/mini-coleta baiana; aí rolou capa (muito foda, feita pelo digníssimo Rogério Geo Pivete De Lauro), um texto grande para o post, mas aí faltou o ingrediente principal; as bandas maresias – nenhuma das que convidei, gravou. Cena preguiçosa e fraca! E chata e sem graça também. “Comendo pela borda para não queimar a língua!”).

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Os irmãos Mattson!!

Esse foi o vídeo, simplesmente sensacional, que me fez mudar de idéia sobre o post de hoje. Tinha começado a comentar sobre o registro que esses dois irmãos fizeram num encontro com Ray Barbee. Todos os 3 citados, são da Califórnia e se envolvem com skate e surf. Dá pra notar no som dos Mattson, uma pitada de surf music, mas o que prevalece no final das contas é um clima e uma sonoridade jazz muy buena. Classicamente contemporaneos, eu diria.

Nesse vídeo deu pra perceber nitidamente o uso de um (ou até mais que um) pedal de loop, que possibilita gravar uma frase tocada no instrumento e ficar repetindo, enquanto se maneja uma outra em cima. No caso desse vídeo, a música é toda planejada para que haja intervalos em que o guitarrista execute e grave uma base, e vá trocando por outras no decorrer, intercalando sons de baixo e guitarra num único instrumento! Em certos momentos, fica meio difícil de entender esse mecanismo, passando a impressão de que algumas bases não foram gravadas na hora da execução, por isso minha suspeita de usarem mais de um pedal com esse recurso.

Em outro momento, posto o disco que tinha pensado inicialmente, que é o “Ray Barbee Meets The Mattson 2”. No momento vou deixá-los com o “Feeling Hands” dos irmãos surf jazz…

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EVERTHING SUCKS TODAY!!!!!!!

Eeeetcha discããão!

Poorra, agora que fui começar a escrever o post… Tava fazendo tanta coisa, enrolando pra começar que o tal discão acabou de acabar! Que jeito? Colocar pra tocar de novo…

Pronto…

Conheci esse álbum em meados de 2000. Acho que foi 2001! Estudava no Integral e tinha um cara de meia idade que vendia cd lá na porta, pirata claro. Só que punk… cd-pirata punk! Aí tinha todos os clichês disponíveis no catálogo, Bad Religion, Ramones, Offspring. Aí ficava eu e Rogério (meu irmão gêmeo pra quem não sabe) lá no feijão com arroz toda vez que ele aparecia. Até que em um belo e ensolarado dia, resolveu nos ofertar um piratex de uma banda até então desconhecida. Eis o diálogo:

– Tem o cd de uma banda aqui que provavelmente vocês não conhecem, mas é muito bom!

É, tirou onda com nossa cara de garotinho infanto-juvenil. Mas, acertou em cheio com sua honrosa iniciativa de apresentar algo que não se encontrava tão facilmente ao alcance das mãos de iniciantes desbravadores do mundo punk rocker em Nagôland.

Enfim, um dos melhores álbuns que já ouvi. Um Crássico noventista (lançado em 96 pela Epitaph)!!!

Confiram…

Fueda, fueda…

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Cerebral Ballzy

Primeiro do post do ano, broncante!!! Uma das melhores bandas que já ouví! Apresentada-me pelo sempre cheio de novidades, Tetoim Dispor. Melhor que muito clássico, como os que vou citar como referencia: acho que se assemelha à uma mistura de Casualties com Bad Brains. Misturaram duas coisas fodas e conseguiram superar. Eu sei, eu sei… é heresia falar isso! Mas eu falo mermo, porque acho.

Quiser cortar o papo, cricaqui!!!

Me lembra um pouco de Surf Nazis Must Die e The Pivos também!!! Só referência bala… contemporâneo e ao mesmo tempo, escapam  ilesos das novas tendencias e dos novos tempos. “The new times are killing me”, como diz alguma banda ou artista que não sei ao certo quem é… vi numa arte de disco d´alguma banda de Billy Childish.

Hasta! 😉

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Música exótica para todos nós… ;)

Por que exótica? Porque não estamos acostumados com esse tipo de música foda, verdadeira e super raiz! Estamos acostumados e acostumadas, normalmente, a lidar com os derivados (dos derivados).

Aproveitar que to meio de saco cheio de tanto universalismo inglês e fazer uma postagem dupla, já que não consegui escolher entre uma das duas.

Essa primeira é uma coletânea de música africana, tocada por imigrantes africanos, cantadas em dialetos africanos. Música super raiz e muito foda.

Enraizem-ze! (postado ((ch)upado) por mim mesmo! Rééé! hehehe)

A outra é uma espécie de coletanea com 3 grupos: Chin´s Calypso Sextet, Sexteto Nacional e Cortijo e Su Combo. Músicas de 1928 à 1964… ê maravilha!!

Tem escrito na parte de baixo da contra capa do disco: “Son – Mento – Calypso – Bomba”. Mento e Calypso to ligado que são estilos, Son e Bomba o devem ser também, mas ainda não sei diferenciá-los.

Chin´s Calypso Sextet

Espero não ter errado de sexteto...

Sexteto Nacional (espero não ter errado de sexteto)

Cortijo & Su Combo

Faltou também Lord Panama & The Stickers, que vi nestante que tem uma música nesse quase split aê!

Enfim, fogo na bomba aí pra vocês! (cliquem, agora já aprendi a camuflar o link! hehe)

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Jovens Ofensores!

Eis uma ótima (pra não dizer fodástica – não sei porque!) banda do que costumo chamar de punk rock nova safra! Conteporaneidade aliada à velhas escolas…

Carecões brancões muito dos insanos, fazendo um punk rock rasteiro de primeira linha, com vocais melódicos proporcionalmente agressivos, bateria clássica e respeitosa (acho que não vai da pra entender sem uma explicação, mas eis que não vou dar! hehe), linhas de baixo fantásticas e guitarras bem rock ´n´ roll; meio estranho escrever isso, mas é que pra mim o bom punk rock tem que estar mais pro lado rock do que hardcore. O lado hardcore serve pra dar um sentido mais raivoso, revolto… o punk rock que me refiro nos remete aos primeiros anos em que algumas bandas começavam a sair de uma estética sonora e visual estritamente rock´n´roll, pra uma inovação bem mais agressiva em todos os sentidos, posso dizer, acredito. E no final das contas, o que gosto mesmo são das raízes, mesmo que não passe de uma revisitação.

Sem mais delongas… YOUNG OFFENDERS!

Leaders Of The Followers (Lp 2010)


O texto tá meio estranho mas o que importa é o download, baixem aê!

Nuncam esqueçam da importancia de comprar discos físicos. Pelo menos eu ainda acho super válido, importante e vejo bastante sentido nisso!

Não gostei da imagem high-definition, mas não direi que o clipe não é legal por isso:

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Las Kellies

Putz grila!!Indefinível!! Valeu a Aninha, recém argentina, por ter me passado!! Me lembrou TPM, sei que é referencia pra muita pouca pessoa, mas é uma ótima pra mim. viajei nesse tipo de coisa torta desde quando comprei o cd das Trabalhar Para Morrer numa loja fubenga da praça da sé, que de quando em vez tem algo que preste. Outra ótima referencia pressa minha primeira audição desta banda incrível ao meu ver, é o som animado de Mika Miko. A bateria é muito insana, umas viradas pra lá de inesperadas. Timbres de instrumentos perfeitos, vocais só quando necessários e sempre causam (-me) surpresa!! Chega de falar né? Porra… ouvi uma aqui que me lembrou Dead Kennedys (cliquem e vejam um vídeo pra lá de fueda dos DK)! Certo, calei-me!

Baixem!!! Ó que capa linda:

http://www.filesonic.com/file/1392222981/Las_Kellies-Kellies-

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